Baby Wrap Adel

BABY WRAP HAPPY FLUFFY ADEL [4,92m T6]
68 cm altura | 253g/m2
100% algodão
handwoven

review: mais que um pano; um sentimento.
Quando há uns meses fui ao The Wrap Show, a pergunta que mais me faziam era: e então, compraste muitos panos?!?! Foi a loucura?!?! A verdade é que não.
Já fui decidida a não comprar pano algum e a verdade é que corri várias vezes a feira sem sentir qualquer impulso ou compulsão irresistível para comprar um pano. É demasiada informação junta para mim; eu sou compradora 4G: gosto mesmo é de comprar através do computador e quando me deparo com demasiada oferta, só me apetece é fugir!!!
Aqui aconteceu o mesmo: o The Wrap Show, foi para mim uma experiência excecional, mas sobretudo a nível emocional; foi maravilhoso deixarem-me participar no canto dos panos de teste, ajudar a arrumar tudo (esta cena de precisar de ter tudo arrumado por cores é mais forte do que eu…), conhecer pessoas lindas que se dedicam a “isto dos panos” de corpo e alma. É um sonho que tenho, e vê-lo, foi realmente uma revelação… mas se quis comprar algum pano? A verdade é que não!
A querida Tais Nemchenko da Slingocoisas foi connosco e depois de muito me chatear para ir ver uma banca específica eu fui… e não devia ter ido!!
Não tinha necessidade de comprar panos (mesmo), mas por baixo de uma pilha, uma pontinha de mau caminho estava a espreitar… não podia estar mais escondida, mas parecia que estava ali a chamar por mim… reconheci imediatamente a marca!

Lembram-se do meu filme épico com a fronteira por causa do Daiesu Jigsaw (aquele do puzzle?) pois é, esta marca há uns tempos lançou uma marca low-cost a Baby Wrap fruto de um sonho: AJUDAR. Ajudar os outros, especialmente uma geração de mulheres muito novas e que vivem na pobreza a serem auto-suficientes fazendo aquilo que sabem e gostam: tecer. Depois de encontrarem uma ONG e uma escola de artesãs (ainda em fase de testes) no centro da Índia, focada no ensino da tecelagem e com base na inovação e no empreendedorismo como formas de preservar e transformar os teares manuais numa forma de produção sustentável e com futuro. Deste modo, os clientes (como a Happy Fluffy), o que fazem é pagar diretamente à escola pelo material e pelo trabalho das artesãs em formação. Se tiverem interesse em conhecer mais um bocadinho deste projeto tão interessante basta seguir o link!
Posto isto, como é óbvio, assim que lançaram a marca eu fiquei com vontade de ter um Baby Wrap, mas depois do filme que tive com o Daiesu, nem me atrevi, mas ficou-me cá encalhado, admito…
A querida Aishah é dona da loja Happy Fluffy Shop e fez uma encomenda com cores específicas para a loja dela………….. e que cores mais queridas! A Aishah é um doce de pessoa; linda e amorosa e este pano é tal e qual como ela! Sabem quando percebem imediatamente que o pano reflete o dono? Neste caso, o pano reflete claramente quem o mandou fazer! Ficou espantada por eu saber a história da marca, adorou o blogue e sei lá… é daquelas coisas: eu não precisava de mais um pano, especialmente um pano cor-de-cueca que já sabem que eu passo a vida a gozar com eles… mas este tinha qualquer coisa de especial! É um sentir! É da cor dos sonhos, da cor dos gelados, da cor dos bebes pequeninos… este pano é a coisa mais querida que já tive! Como diria o meu “mais velho”: tem o toque da baunilha!

Tem sido um filme para o quebrar: quem diria, que este paninho de algodão ia dar tanta luta?! Mas como é tão querido, uma pessoa nem se importa, e ele um dia chega lá! E quando chegar vai ser brutal!!! Perfeito para os bebés pequeninos das amigas…
É fino, é fresco e é fácil de usar em multi camada, até o marido gosta dele e acho que dá um pano curto perfeito para ir à praia!!
Este vai ficar por cá… porque não é só mais um pano; é uma recordação do The Wrap Show, da empatia imediata que senti pela querida Aishah, pelo significado, pelos sentimentos de pertença que senti na feira, pelas memórias que um dia, quando tiver um neto (sim, este nem sequer é para os filhos), vou sentir ao passar este pano para as mãos dele. #babywearingnãoésópanos volto a repetir, é sermos membros de uma comunidade, crescer com ela e sobretudo é carregar os nossos filhos no pano mais barato e que mais luta nos tem dado para quebrar, mas que só por isso tem um significado tão especial.
Obrigada querida Aishah pela perfeita coincidência que foi conhecer-te! Obrigada por este pano cor de algodão doce, de céu de verão, de magia e de doçura.

Não se esqueçam que no próximo domingo (3º domingo do mês!) vamos ter o encontro de #carregadeirasalfacinhas! Juntem-se a nós!
#babywearingnãoésópanos #babywearingécarregarjuntas

 

 

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