HandWoven by Christa Alchemy e Taivas Lyö Tulta

Olá, olá!
Hoje é a minha vez de me apresentar, com dois panos espetaculares e apesar de ser uma tagarela, tenho mais facilidade em me expressar por fotografias do que por palavras, e por isso as minhas reviews serão em formato foto-review.
Mas já lá vamos.
Antes de mais, qualquer pessoa que entre no mundo do babywearing, tropeça no “Pano Meu”. Mesmo quem não se torne seguidor acérrimo, sabe que é o melhor local para tirar dúvidas, sendo que, para além disso, era brindado com um sentido de humor muito próprio, aliado a um vasto conhecimento e acima de tudo, uma paixão enorme da nossa (já considero que és um bocadinho minha) Elisabete Muga.
Se forem como eu, iam ao blog nem que fosse só para ver panos bonitos!
Como já foi dito antes, nenhuma de nós acredita que é possível substituir a Muga, nem é esse o objetivo, mas esperamos que a consigamos deixar orgulhosa.
E aproveito para agradecer já também às restantes meninas, que, mesmo não sabendo, me deram força para abraçar este novo projeto, em especial às #contrabandodepanosnoalgarve, que tiveram que ter alguma paciência comigo. Obrigada pela confiança depositada, do fundo do coração.

Sou a Raquel, tenho (quase) 32 anos e sou mãe da Lília, que tem 15 meses. Desde que me lembro de pensar no assunto que sempre gostei de ver os bebés serem carregados, fosse em marsúpios, capulanas ou pouch slings, que eram os exemplos que conhecia, talvez por eu própria ter sido carregada em bebé pela minha mãe. E sempre achei que era algo que queria fazer, se fosse mãe.
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A primeira vez que vi um pano woven (não elástico) foi com a minha tia a carregar a minha primita e fiquei logo fascinada, algo naquilo me chamava.
Quando engravidei ficou logo apalavrado que me emprestaria um para eu experimentar e, assim foi: quando a Lília tinha um mês carreguei-a pela primeira vez e nunca mais parámos: já lá vão 14 meses (para onde foi o tempo?!)!
Como mãe solteira que sou, ainda para mais sem carta de condução, o babywearing tornou-se uma parte indispensável nas nossas rotinas diárias, seja para fazer as limpezas, ir às compras ou mesmo para adormecer. Mas o melhor de tudo é aquela cumplicidade que se cria. Claro que todos os pais têm cumplicidade com os filhos mas acredito que a nossa seja diferente, há qualquer coisa de espetacular de os ter ali sempre ao pé de nós, a forma como eles se sentem mais seguros e como isso nos faz sentir mais confiantes como pais e, a mim em concreto, como mulher.
A minha perdição neste mundo são os panos woven (tecidos)! Gosto de experimentar novas blends, portes novos, finalizações diferentes ou então, pura e simplesmente, fazer um rucksack ou um FWCC, mediante a disposição. Gosto do conforto que me dão a mim e à minha bebé, em comparação com outro carregadores.
Basicamente gosto de panos porque me fazem sentir bem!
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HandWoven by Christa Alchemy [4,68m_T6]
71.5cm  altura | 290g/m2
70% merino, 20% seda Tussah e 10% “stellina” dourada

HandWoven by Christa Taivas Lyö Tulta [3,85m_T4]
68cm altura | 307g/m2
100% algodão

E agora, o que realmente  interessa, a foto-review.
Estes dois panos magníficos, foram também os primeiros #handwovens que experimentei. E que bela primeira experiência. Os Handwoven by Christa chegaram juntos e a experiência de um não está completa sem o outro porque eles complementam-se na perfeição.
O Alchemy é composto por 70% merino, 20% seda tussah e 10% “stellina” dourada, em base de “rose viscose” e trama “fancy twill”, com uma gramagem de 290 g/m². Dada a sua composição, é fofo e macio ao toque, não deixando de ser fino, o que o torna bastante maleável e facilmente se consegue que fique no sítio certo. O grip é fantástico, e com apenas um nó simples segura os portes e os 9,5kg da minha filha. As franjas e o brilho dado pelo glitter são um “nice touch”.
O Taivas Lyö Tulta é um all-cotton (100% algodão), tingido à mão e ao lado do anterior, poderia se tornar o patinho feio, dada a sua simplicidade, mas é lindo! As cores são qualquer coisa do outro  mundo, fazem lembrar as pinceladas num quadro, de tão bonitas que são.  O nome deste pano significa “o céu atinge o fogo” e não podia ser mais apropriado. A gramagem é de 307 g/m² mas é bastante macio e é um sonho para entrapar. Faz lembrar aquela manta confortável da avó, na qual nós queremos embrulhar e não queremos largar. Só nos apetece carregar durante horas para não nos desembrulharmos e o melhor é que o suporte dele permite isso.

Espero que gostem…
Raquel Caldeira
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Hello, hello! Today is my turn to introduce myself, with two spectacular wraps, and, although I’m very talkative, it’s easier for me to express myself with pictures than with words and that’s why my reviews will be photo-reviews. But we will go there later.

First of all, anyone who starts in the Babywearing world, stumbles upon “Pano Meu”. Even those who don’t became a staunch followers, know it’s the best place to have their doubts answered, and besides that, when reading we were toasted with a very unique sense of humor, a vast knowledge and, above all, the huge babywearing passion of ours (I already consider you a little bit mine) Elisabete Muga. If you are like me, you would just go to the blog to look at pretty wraps! As it was said before, none of us believes that it’s possible to replace Muga, and that’s not even the point, but we hope to make her proud. And I’ll take the moment to thank all the other girls, that, without knowing, gave me strength to embrace this new project, especially to #contrabandodepanosnoalgarve (wraps contraband in Algarve), who had to have some patience with me. Thank you for your trust, from the bottom of my heart.

My name is Raquel, I’m (almost) 32 years old and I’m the mother of Lília, who is almost 15 months. Since I remember thinking about it, I’ve always liked to see babies being carried, it could be on a marsupial, a capulana or a pouch slings, which were the examples I knew. Maybe this love comes all the way back from when I was also carried by my mother. And I always thought that it would be something I would want to do if I became a mother. The first time I saw a woven wrap (non-elastic) was with my aunt carrying my little cousin and was immediately fascinated, something in it called for me. When I got pregnant, she said that she would borrow me one so I could try it and, and so it was, when Lília was 1 month I carried her for the first time and we never stopped since then: it has been 14 months already! (Where did the time go?!)
As a single mother, without a driver’s license, babywearing became an indispensable part of our daily routines, either to do the house work, go groceries shopping or just to put the baby to sleep. But the best part of it is the complicity that we gain. Of course all parents have complicity with their children but I believe that ours it’s different, there is something really special in having them always close to us, the way they feel more secure and how that makes us more confident as parents and, to me, more confident as a woman also.
What makes my heart skip a beat in this babywearing world are woven wraps! I like to try new blends, new carries, different finishes, or just make a simple #rucksack or #fwcc, depending on the mood. I like the comfort that they give me and to my baby girl, in comparison to other type of baby-carrier. Basically I like wraps because they make feel good!
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HandWoven by Christa Alchemy [4,68 m_size6]
71.5cm  wide | 290GSM
70% merino, 20% tussah silk e 10% golden stellina

HandWoven by Christa Taivas Lyö Tulta [3,85 m_size4]
68cm wide | 307GSM
100% cotton

And now, for what really matters, the photo-review. These two wonderful wraps, were also the first two #handwovens I have tried. And what a great first experience. Both these Handwoven by Christa wraps traveled together and the experience of one it’s not completed without the other because they truly complement one another perfectly.

Alchemy is composed by 70% merino, 20% tussah silk and 10% gold stellina, in rose viscose wrap, with fancy twill weave and approximately 290 GSM. Given the blend, it’s fluffy and soft to the touch, but thin and light, which makes it very mouldable and it’s very easy to get it on to the right place. The grip it’s amazing and, with a single knot, it holds the carry and the 9,5 kg of my daughter. The fringes and the shine are a really nice touch.

Taivas Lyö Tulta it’s an all-cotton, hand dyed and, next to Alchemy, it could seem the ugly ducklin in the story, given its simplicity, but it’s just gorgeous! The colours are something out of this world, resembling the strokes on a painting, that’s how pretty they are. Its name means “heaven strikes fire” and it couldn’t be more appropriate. It has 307 GSM and it is very soft and a dream to wrap with it. It reminds us that grandmother’s comfy blanket, with which we want to cuddle under. It makes us want to carry for hours so we don’t have to unwrap and, the best of it, is that it’s so supportive that allows you to do just that.

Hope you like it…
Raquel Caldeira
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