Didymos Ada Viozur Linen

DIDYMOS ADA VIOZUR [4,90m_T6]
65cm de altura | 256g/m2
75% algodão, 25% linho

Hoje é a minha vez de me apresentar!
Sou a Diana Saraiva, mãe de um rapaz de 3 anos e meio, ainda esporadicamente carregado e de uma bebé de 7 meses, carregada diariamente!
Para mim carregar o meu bebé, mais do que prático, é terapêutico; essencial para curar não só o corpo, mas principalmente a alma, consequência dos partos que tive.
O meu filho levou cerca de 30 horas para nascer com parto induzido.
Fiquei rasgada.
Com corte por cima.
Hematomas na barriga.
Dores de cabeça por largos meses.
Dor no ponto da epidural também por um longo período…
A somar um difícil pós-parto por estar fisicamente debilitada, a amamentação foi desafiante e tinha em mãos um bebé que não queria sair do colo por um instante que fosse, o que foi penoso para os braços e costas.
Ah, quase me esquecia de acrescentar: não gostava nada de andar fosse de carro ou de carrinho.
Um desespero.
Mas a minha amiga Marta Vilhena acudiu-me; ajudou-me com a amamentação e apresentou-me ao babywearing!
Salvou-me o corpo, cansado de carregar em braços, e a sanidade mental!
Eu passei a carregar o bebé a todo o instante (se pudesse até teria tomado banho com ele sempre no pano)!
Dos panos elásticos tentei passar para não elásticos, mas não me adaptei e passei para mochilas. A querida Tânia Pinto que conheci em encontros de babywearing, ainda me deixou experimentar pano não elástico, sling de argolas, mas não me dei com nada na altura.
Entretanto engravidei da minha princesa e ainda tentei usar o mais velho num onbuhimo às costas, mas não me adaptei (falta de disponibilidade para praticar um pouco mais, talvez)! Mas estava decidida a carregar desde o nascimento e levei os velhinhos panos elásticos para o hospital!
Da mais nova fiz o trabalho de parto quase todo em casa. Fui para o hospital já com vontade de fazer força, mas a força de uma médica e da sua equipa contra mim retirou-me o que podia ter sido um parto perfeito.
Fui agarrada por vários profissionais de saúde para manter a posição em que me queriam e tentaram arrancar com as mãos o corpo frágil da minha bebé que estava a nascer num parto natural, consegui ainda sair da posição que me prendiam e felizmente a bebé nasceu saudável e sem sequelas da violência a que a mãe e filha foram sujeitas. Ainda não tenho a alma curada deste episódio, mas esta é a primeira vez que consigo escrever sobre esse dia, o que já é uma vitória!
E todos os dias, ao carregar a minha bebé junto ao meu corpo, beijando-a na cabeça com muito amor, sinto que fecho um pouco mais a cicatriz existente na minha alma. Sinto ainda um misto de pânico pelo que podia ter acontecido e imensa alegria por ter aqui comigo uma bebé saudável. De uma forma geral, é uma felicidade imensa estar com a bebé no pano, que nem consigo descrever em palavras, mas espero que as fotografias mostrem!
Carreguei a bebé em panos elásticos e com consulta da Tânia Pinto (sim, as consultas valem a pena) passei para os panos não elásticos! Mas estou a precisar de novo empurrão para que não seja sempre a mesma amarração e agradeço à Elisabete Muga por me dar este empurrão com a minha entrada nesta equipa! Terei de vos apresentar fotografias dos belos panos que tenho o prazer de experimentar e acho que seria cansativo ser sempre a mesma forma de carregar! Terei de experimentar e praticar novas amarrações, eh eh eh!

Didy_Ada_Viozur_01 (12)

O pano que vos trago hoje é dos menos macios que tive em mãos, devido ao linho, mas ambos os meus filhos adoraram o pano (obrigada pela oportunidade Rita Andrade)! A pequenina agradece que eu não demore a ajustar e este pano é de fácil ajuste, não sinto escorregar e mantém-se no sítio! O meu mais velho adora roxo e disse logo que queria ser carregado neste pano! Pensei que ia sentir falta de mais gramagem, mas não senti o rapaz a ceder! Vou continuar a aprender sobre panos e espero conseguir descrever-vos com mais detalhe o próximo pano que vos apresente, mas para já fica uma apresentação deste belo Didymos mais visual, com a foto reportagem que se segue.

Diana Saraiva

 


DIDYMOS ADA VIOZUR [4,90m_size 6]
65cm wide | 256GSM
75% cotton, 25% linen

Today is my turn to introduce myself!
My name is Diana Saraiva, I am mother to three-and-a-half-year-old boy, only sporadically carried, and a seven-month old baby girl, carried on a daily basis!
To me, carrying my baby is more therapeutic then practical; essential to heal not only my body, but mostly my soul, consequences of the labours that I had.
My son took took about 30 hours of induced labour to be born.
It ripped me apart.
Episiotomy.
Bruises on my belly.
Headaches for months.
Pain on my epidural spot for a long time…
On top of a difficult postpartum for being physically debilitated, breastfeeding was challenging and I had a baby that didn’t want to get out of my lap, which was really hard for my arms and back.
A despair.
But my friend Marta Vilhena came to my aid, she helped me with breastfeeding and introduced me to the world of babywearing!
It saved my body, tired of carrying the baby in arms, and my mental sanity!
I started carrying my baby at all times (if I could I would even have showered with him in the wrap)!
From the stretchy wraps I tried going to woven wraps, but I didn’t fit in and so I turned to soft structured carriers. Dear Tânia Pinto, whom I met in babywearing meetings, let me try out woven wraps, ring slings, but I couldn’t work with any of it at the time.
Meanwhile I got pregnant of my little princess and still I tried carrying my oldest on a onbuhimo on my back, but I didn’t fit in (lack of practice maybe)! But I was decided on carrying since birth and so I took my old stretchy wraps to the hospital!
With my youngest I did most of the labour at home. Went to the hospital wanting to push out, but the stubbornness of a doctor and her team took from me what could have been a perfect child birth.
I was held by several assistances to keep me in the position they wanted me to be and tried to forcefully pull out my fragile baby who was coming out naturally. Still I could get out of the position they held me and luckily my baby was born healthy and unmarked from the violence which was placed upon me and her.
To this day I am still not totally healed from this episode, and this is actually the first time I can write about it, which in itself is already a victory!
And every day, by carrying my baby close to my body, kissing her in the head with all the love I have, I feel I am healing bit by bit the scar that still exists in my soul.
I still feel a mixture of panic for what could have happened and an immense joy for having my healthy baby here with me. To sum it up, it is such a profound happiness to carry my baby in the wraps that I cannot even describe it with words, and so I hope my photographs can show it for me!
I carried my baby in stretchy wraps and, after Tania Pinto’s consulting (yes, consulting is worth it) I turned to woven wraps! But I am in need of a new push so that I don’t have to do the same carry all the time, and so I thank Elisabete Muga for giving me this push with my entry on this team! I will have to show you pictures of the beautiful wraps that I have the pleasure to test and I think it would be boring to always do the same carry! I will have to try and do new carries, LOL!

review: The wrap I bring you today is not the softest that I tried, due to the linen, but both my kids loved it (thank you for the opportunity Rita Andrade)! My youngest one likes that I don’t take so long to adjust and this wrap is very easy to do it, I don’t feel it slipping and it keeps in place! My oldest one loves purple and immediately said he wanted to be carried in it! I thought the fact that it is lighter would make it harder to keep him in place, but I didn’t feel the boy give in! I will keep learning about wraps and I hope to describe you with more detail the next one that I test, but for now I leave you with a more visual presentation of this beautiful Didymos with the following pics.

Diana Saraiva

 

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