WEAVERBIRDS SHADOW OF THE SUN

WEAVERBIRDS SHADOW OF THE SUN [4,12m_T4]
72cm de altura | 309g/m2
100% algodão sustentável (algodão certificado produzido em África – Uganda)
handwoven

Olá a todos, esta review tem banda sonora, desfrutem connosco desta viagem “contrabandista”!!! Vão lá clicar no link que assim até tem outro sabor! 
Acreditamos que não somos as únicas com tantos viajantes; trocas e empréstimos. Há certamente mais quem se identifique com isto:
Quem já deu por si a ir ter a cafés ou estacionamentos e abrir a mala do carro para tirar e trocar panos?!
Quem já deu por si a ir aos Correios com um saco com uma ou duas caixas numa mão, mais outra caixa debaixo do braço?
Quem traz os papéis de registo para casa, para levar tudo logo preenchido?
Quem já ouviu de um carteiro “mais uma encomenda…” com aquela cara entre o frete e a curiosidade sobre que raio virá naquelas inúmeras e frequentes caixas que nos entrega?!
Quem já ouviu de um familiar um “Ouve lá isso é mesmo só panos? Quem vir este ‘entra e sai’ desconfia que vocês traficam droga ou algo com os panos!
Pois é, assim surgiu entre nós, por ideia da Raquel, a hashtag #contrabandodepanosnoAlgarve, mas estamos convictas que não somos as únicas no Algarve ou no país… e que, provavelmente, isto se repete pelas comunidades de Babywearing pelo Mundo fora!

Esta rubrica no Pano Meu não vai ser periódica, porque o contrabando não pode ser anunciado… é feito às escondidas. Vai acontecer… de vez em quando!

Hoje em dia, estamos mais habituados às versões atuais que os filmes e documentários nos mostram de contrabando de droga, aviões, veleiros, motas, carros etc. mas o Algarve teve em tempos, tal como o Alentejo, e sejamos sinceras, tal como um pouco por todo o país de Norte a Sul, uma rota de contrabando. Aqui, na raia, junto ao Rio Guadiana.
Se fizéssemos mesmo contrabando, acredito que atravessar a fronteira às escondidas em pleno Estado Novo, com bebés atrás, só fosse possível com babywearing.
O pano de que vamos falar seria perfeito para isso: discreto…
Por isso imaginem-nos à noite, em plena rota de contrabando do Algarve (e não só 😉 ), às escondidas, a trocar opiniões sobre este pano…
Não podemos falar muito para não sermos apanhadas!!!

weavers_02 (8)

review a 4:

Este pano chegou num pacote que dava para pelo menos mais 3 panos, aberto e amassado. Temi, imediatamente o pior: danos, estragos ou mesmo um pano perdido.
Mas ele tinha sobrevivido à viagem, atravessado a fronteira em segurança e até hoje não sabemos se foi inspecionado pelas autoridades, mas sabemos que não quis arriscar outra viagem internacional e por cá ficou, neste cantinho à beira-mar plantado.
Para mim, este pano foi uma caixinha de surpresas.
Porque o contrabando é perigoso e pode ser dispendioso, fizemos quase que um pacto, de concordar em testar os mesmos panos a 3 e dividir custos dos portes internacionais. Este chegou numa altura em que andava bastante atarefada e não “estudei” a lição, nem vi bem o que vinha a caminho…
Assim que lhe toquei, fiquei com a pulga atrás da orelha: tive de ir ver o website da marca, e não é que era mesmo?! Descobri assim, que tinha nas mãos, o meu primeiro #handwoven – devia MESMO ter estudado a lição, mas adorei a surpresa!!!

A Weaverbirds é uma pequena empresa sediada no Uganda, com um especial enfoque na sustentabilidade ao longo de todo o processo produtivo. Assim, os panos são tecidos à mão (#handwoven) e utilizam matéria-prima local produzida de forma sustentável.
Toda a mão-de-obra, tecelões e costureiras, é contratada com boas condições de trabalho e salários justos, de forma a fomentar um comércio justo. O que diferencia a empresa, não é a tradicional procura de lucros, mas sim a procura de um desenvolvimento sustentável, de contribuir para um Mundo mais justo!


Quanto ao pano em si, confesso que não sou fã de panos monocromáticos. Para serem discretos prefiro bege e cores de terra. Já nos coloridos sou fã de azul (#teamblue). O preto não é uma cor que me alegre, dou por mim a usar preto quando estou triste. Mas este pano não é para momentos tristes e este monocromático com um pouco de brilho fez-me sentir bem… porquê?!
Por todas as suas qualidades e porque até a cor ficava bem!
Ao toque um pano muito macio, bem quebrado, forte, mas arejado, uma textura agradável, curiosa, com um grip sensacional (sim, pode ser uma palavra forte, mas o grip foi para mim a qualidade mais fabulosa deste pano), um grip na medida perfeita, que permite e facilita o deslizar de uma segunda camada, mas segura tudo, tudinho no sítio.
Fácil de amarrar, com uma boa diagonal e um bom bounce, este pano pede para ser usado. Para mim (e isto é pessoal) este pano também pede argolas, porque pela sua textura faz nós grandes, segura-se só com um, mas ao segundo nó ficamos com muito volume. Quando tentei fazer um #CCCB (Candy Cane Chest Belt) acabei com algo mais do género de um “Marshmellow” Belt devido ao volume (eheheh). Mas novamente o grip faz com que ele seja perfeito para acabamentos com argolas.
Embora eu quisesse continuar a testar este pano, era tempo de fazer novamente contrabando e num fim-de-semana, em Loulé, dei o caixote à Ana Rita que o usou muito.

Rita Andrade


Fui buscar este pano já ao anoitecer, como o bom contrabando deve acontecer.
Vinha num caixote amassado, tal como a Rita o tinha recebido.
Que dor, um pano destes merecia uma caixa mais bonita!
Assim que cheguei a casa tive que o experimentar, eu não consigo receber um pano novo e não o tirar do saco, ver, tocar, sentir o peso nas mãos.
O pano nas fotografias parecia grosso, a textura via-se a milhas, fruto de um padrão circular, que nas cores branco e preto, cria a ilusão de ter 2 faces.
A primeira sensação nas mãos foi de ser um pouco rústico, macio e maleável, mas encorpado ao mesmo tempo (as fotografias não enganaram!). Para mim, as cores e padrão dão-lhe um ar mais clássico, elegante, quase #vintage. Parece uma antítese, dizer que o pano era rústico mas elegante, os outros handwoven que tinha experimentado não pareciam nada assim.
Ao entrapar, uma maravilha! Um grip perfeito, que não prende o segundo passe mas segura o porte com um nó simples. Sim, é mais grosso do que eu pensava, os nós ficam volumosos, mas eu tenho um truque ao fazer o #CCCB, faço um loop e não dou nó, nem preciso de argolas.
Na minha semana com este Shadow of the Sun experimentei todas as variações de ruck (com um tamanho 4, é o que normalmente faço), desde #RRR (Reinforced Rebozo Rucksack) a Ruck com CCCB ou Tibetan Knotless. Em todos eles andei confortável, a diagonal permite-lhe um pouco de bounce e que compensa o peso nos ombros, sem precisar de ajustes mesmo em passeios mais longos.
Fiquei com pena de o deixar partir, era talvez aquele pano mono que eu adoraria ter no meu armário, mas o destino falou mais alto e a viagem até à sua dona final ainda estaria por vir…

Ana Rita Oliveira


Eu gosto de panos monocromáticos e este padrão fazia-me lembrar de certa forma azulejos, que eu acho muito giro. Para além disso, os ideais da marca são de valor, o que me deixava ainda mais curiosa em relação a este pano. E não desapontou!
É um pano robusto, com textura mas maleável, boa diagonal e com bastante suporte. Mas o que mais me impressionou neste pano foi o grip. Segura tão bem que quase que não precisa de nós para segurar o porte. Mas, ao mesmo tempo, não nos faz suar para o ajustar. Dito isto, não é o pano ideal para quem goste de #fancyfinish – tive uma experiência desastrosa com uma tentativa de acabamento Poppins – mas, em compensação, é ideal para terminar com argolas. É sem dúvida um #comfortwrap. Faz dos FWCC e Rucks mais confortáveis que experimentei.
E, como o que é bom deve ser partilhado, em vez do contrabando terminar por terras algarvias, decidi que deveria percorrer o país e ir até ao Norte, para alguém que andava a namorá-lo à distância (à distância de um click!).
E lá foi ele, meio à socapa, meio anunciado – estas coisas nunca saem perfeitas – para Matosinhos, terra banhada pelo Oceano Atlântico e com proximidade ao aeroporto, por isso não poderia ser mais perfeita para continuar o contrabando… mas o destino deste pano estava marcado e não podia ser mais apropriado.

Raquel Caldeira


Com certeza já vos aconteceu algumas vezes ver um pano em fotografias que nunca tinham visto e pensar “Humm, que vontade de te deitar as mãos!“.
Geralmente o que nos cativa mais ao primeiro olhar é a parte estética (as cores, o padrão singular), mas a marca ou a composição costumam ser também pontos de interesse.
Pois bem, desde a primeira foto senti logo que este Weaverbirds podia bem ser um candidato ao “meu pano”. Aquele je ne sais quoi, aquele chamamento, algo inexplicável que me fez bajular o pano cada vez que via nova foto com ele!…
Como boas contrabandistas que as algarvias são, lá me enviaram o pano à socapa, uma surpresa que quase foi arruinada por outro acaso. E mesmo sabendo que algo estaria para chegar, eu não queria acreditar que fosse o Shadow of the Sun… Logo os meus olhos se iluminaram ao abrir a caixa que me trouxe este monocromático.
Eu sou definitivamente #teamblack, sempre fui, até na forma de vestir. Pois bem, este #handwoven é mais pesado e menos fofo do que a maioria dos handwoven. É um pano de toque forte, encorpado, com presença, texturado em simetria. Ou seja, tem tudo para que eu me apaixone perdidamente por ele. Não sou de cores vibrantes, nem sou de falinhas mansas. E este pano alia o que de melhor tem um handwoven com robustez qb. Perdi-me tanto por ele, que continua cá por casa. Poderia ser de facto “o meu pano” fosse ele um pouco maior e não estivesse aí o verão à porta.
Já vos disse que gosto de textura, certo? Pois… é que a minha pele não gosta nada!

Susana Silva

 




WEAVERBIRDS SHADOW OF THE SUN [4,12m_size 4]
72cm wide | 309 GSM
100% sustainable cotton (certified by Cotton made in Africa)

Hi everyone!

With so many traveler wraps, trades and loans, we believe we are not the first, neither the only ones in this community who found themselves in curious situations: – Who never went to a coffee shop or even a parking lot and opened the car trunk to take out and trade wraps? Who never went to the post office with a bag with more than one box in one hand, plus another box under an arm? Who doesn’t prepare all posting details at home, bringing extra fill out forms home, to make it faster? Who never heard from a postman “another package” looking at us strangely and suspicious very curious about what he keeps delivering? Who never heard a family member saying “are those really just wraps? People may notice and suspect you traffic drugs or whatever with those wraps!”
Well this was exactly how we created among us, by Raquel’s suggestion, the hashtag #contrabandodepanosnoAlgarve (woven wraps contraband in Algarve). But we are convinced we are not the only ones. Not in Algarve, not in Portugal… and that probably this situation is repeated a bit throughout all babywearing communities around the World!

This topic, here in the blog cannot be periodic. Contraband (or smuggling) cannot be announced… it must be concealed, so it will happen, once in a while…
Nowadays, we are accustomed with current drug smuggling movies and documentaries, with planes, ships, motorcycles, cars, etc. but the Algarve had in times, like Alentejo, and to be honest, a bit like all our Portuguese border from North to South, a known contraband route, (in our case) near Guadiana river. So if we wanted to smuggle anything, in those times, while the Portuguese government was a dictatorship with closed borders, and we needed to carry our babies, it would probably only be feasible with babywearing.
The woven wrap we will talk about would be perfect for such adventures, discrete… So please imagine us at night, in the middle of our Algarve’s contraband route (well actually as you may read, Algarve and beyond… 😉 ), hiding, talking about this wrap… We can’t talk too much, we don’t want to get caught!!!

4 ways review: #contrabandodepanosnoAlgarve (woven wraps contraband in Algarve) – Weaverbirds Shadow of the Sun

This wrap – Weaverbirds Shadow of the Sun – came to me in a large opened and damaged cardboard box, where you could fit at least 3 more. I feared the worse: a damaged wrap or even a missing, lost wrap. But it had survived its troubled journey, crossed the border safely, and until this day we have no idea if it was inspected by authorities. We do know however it did not repeat this ordeal, never crossed the border again and stayed here in our country, (however not in Algarve there was some national contraband!).
For me, this wrap was a beautiful surprise box. Because smuggling is dangerous and may be expensive, we made kind of a pact, test the same wraps, and split shipping costs 3 ways between us. This wrap came to me at a really busy time, and I trusted my friends and did not “study my lesson” or check the brand or wrap that was on its way… I should have…
As soon as I laid my hands on it, I got suspicious, could it be? I went to the brands website and it was, it really was my first ever #handwoven wrap! I definitely should have studied my lesson, but I loved being surprised!!!

Weaverbirds is a small social enterprise based in Uganda with a special focus on sustainability throughout the entire production process. This means that all raw-materials are locally sourced sustainable materials. All workforce, weavers and seamstresses are hired under good conditions and paid a fair wage to promote fair trade. What differentiates Weaverbirds is that this is not a traditional profit seeking business, but it is a project started out of passion for sustainable development and to contribute to a fairer World!

Regarding the wrap it self, I admit I am not a monochrome fan. Discrete wraps I prefer beige or earth shades, when it comes to colour I am #teamblue all the way. Black is not a colour that gives me joy, I catch myself using more black when I’m sad. But this wrap, it is not a wrap for sad moments, this monochromatic wrap with a tiny bit of shine made feel well… why?! Because of all its wrapping qualities (WQ) besides the colour, and because even the colour looked nice!
With a very soft touch, well broken-in, strong but airy, with pleasant texture, a curious texture that creates a sensational grip (yes, sensational is a very strong word, but for me, the grip was the most outstanding WQ of this wrap), a perfect weighted grip, not only allowing and promoting the second layer pass (in multiple layer carries), but also holding everything in place.
Easy to wrap with, with a good diagonal and good bit of a bounce, this wrap begs to be used. Personally I think this wrap also screams for ring finishes, due to its texture it creates big volume knots, it does hold In place with a single knot, but when going for a double knot we get volume. I tried to make a #CCCB finish (candy cane chest belt), and I ended up with something that looked more like a “marshmellow” belt – due to volume (eheheh). But again the  grip makes it perfect for ring finishes so we can forget knots.
Although I wanted to keep wearing and testing this wrap it was contraband time again, so in during a weekend, in Loulé, I passed the large cardboard box to Ana Rita, to wear it a lot.

Rita Andrade


I picked up this wrap after dark, as the real smuggling should happen. It arrived in a damaged cardboard box, just as Rita had received it. What a pitty! This wrap deserved a much prettier package. As soon as I got home I had to try it, I can’t get a new wrap and not take it immediately out of the bag, see it, touch it, and feel its weight in my hands.
In photos, this wrap seemed thick, and its texture could be seen from far, the result of a circular pattern, that in the black and white colours creates the illusion of being double-faced. The first sensation in my hands was that it felt a bit rustic, soft and mouldable wrap, but full bodied at the same time (the photographs did not deceive!). Nevertheless, to me the colours and pattern give it a more classic, elegant, almost #vintage look. It seems contradictory, saying that the wrap can be simultaneously rustic and elegant, but the other handwovens I had tried didn’t look anything like this.
Oh, what an amazing feeling to wear this wrap! A perfect grip, the one that does not halt the second pass but holds the carry with a single knot. Yes, it is thicker than I first thought, the knot gets really bulky, but I have a trick when doing a #CCCB, I loop without tying, so I don’t need to use the rings.
In my week with Shadow of the Sun, I have tried several variations of the rucksack (that’s what I usually do with a size 4), from #RRR (reinforced rebozo rucksack) to a ruck finished cccb or Tibetan knotless. I felt comfortable in all of them, the diagonal of this wrap gives it a little bounce that compensates the weight on the shoulders, without needing any adjustments even on longer rides.
I was really sorry to let him go, this could have been that mono wrap I would love to have in my closet. However, it was not his destiny, and the trip to its final owner was still to come…

Ana Rita Oliveira

I like monochromatic wraps and this pattern, in a certain way, reminded me of tiles, which I really like. Besides, the brand’s ideals are of so much valor, that I was even more curious about this wrap. And it didn’t disappoint!
It’s a robust wrap, with texture but malleable, a good diagonal and a lot of support. But what impressed me the most was the grip. It secures everything so well that it hardly needs any knots to hold the carry.  At the same time, it doesn’t make you sweat to adjust it. With that being said, it’s not the ideal wrap if you like #fancyfinishes – I had a really disastrous experiment trying a Poppins finish – on the other hand, it is perfect to for ring finishes. It’s definitely a #comfortwrap. It makes the most comfortable FWCC and rucks that I have ever tried.
Since what is good should be shared, instead of the ending this smuggling travel in the Algarve, I decided that it should travel the country up north, to someone that was flirting with it at the distance (the distance of a click) since it arrived in Portugal. And there it went, half surprise half announced – these things never come out perfect – to Matosinhos, a land bathed by the Atlantic Ocean and close enough to the airport, so this couldn’t be a more perfect place to continue the smuggling… However, this wrap’s fate was set and it couldn’t be more appropriate…

Raquel Caldeira


Certainly, it already happened to you to see a wrap in photographs that you had never seen before and think “Hmmm, I really want to lay my hands on you!” Generally, what most captivates us at the first glance is aesthetics (such colours, or a singular pattern), but the brand or composition are also points of interest. Well, since the first photo of Shadow of the Sun that I saw I immediately felt that this could be “my wrap”. That je ne sais quoi, that call, something that inexplicably made me flatter this wrap every time I saw it in a new photo!… As good smugglers as the Algarvians can be, they sent me the wrap like under the counter, a surprise that almost went ruined by another incident. And even though I knew something was coming, I did not want to believe it was Shadow of the Sun … Soon my eyes lit up as I opened the box that brought me this monochrome. I’m definitely #teamblack, always been, even in the way of dressing. Well, this #handwoven is heavier and less fluffy than most handwovens are. It is a wrap that we feel so strong when we touch it, full-bodied, appealing, and symmetrically textured. That is, it has everything so that I fall madly in love with it. I am not a person of vibrant colours, nor I am of smooth wraps. And this wrap combines the best that a handwoven has with robustness as needed. I felt so much in love with it, that’s still here at my home. It could really be the one if it was a little bigger and the summer wasn’t just about to begin. I told you I really like some texture, right? Well, my skin does not like it at all…

Susana Silva

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